Arquivo | Ilustração Isabela RSS feed for this section

Retrospectiva 2010

7 abr


Nossa colaboradora Isabela fez uma retrospectiva dos livros que ela leu em 2010.
As dicas são em forma de perguntas e esperamos que vocês gostem!

A aventura que me tirou o fôlego: Um mundo Perfeito
O suspense mais eletrizante: A História verdadeira
O romance que me fez suspirar: Querido John
A saga : House of Night
O livro que me fez refletir: Feios
O livro que me fez rir: Entre amigas
O livro que me fez chorar: Livro de Astro Ajuda
O melhor livro de fantasia: Um mundo perfeito
O livro que me decepcionou: O Deus da Criação
O(a) autor(a) revelação: Leonardo Brum
O melhor livro nacional: Livro de Astro Ajuda
O melhor livro que li em 2010: A Lição Final

Anúncios

Os Sete

6 abr

Livro: Os Sete
Autor: André Vianco

Um grupo de amigos descobre uma caravela portuguesa naufragada na costa brasileira. Dentro dela, há muito ouro e também um caixão de prata. Onde encontram-se sete corpos e por fora se lê: Lobo, Gentil, Inverno, Acordador, Tempestade, Espelho e Sétimo. Considerando apenas seis deles, já que Sétimo desperta somente no final da trama. Os seis, apesar de vilões tornam a narrativa interessante, fazendo com que “voltemos no tempo” em que vampiros eram feios e assassínios, mas que acabam tornando-se um tanto quanto inocentes perdidos no século XXI.

Os “mocinhos” acabam despertando os vampiros sem perceber, e tudo ao seu redor começa a mudar. O Inverno chega mais cedo e ninguém entende nada. Até perceberem que o vampiro Inverno havia sumido, e as confusões começam no Rio Grande do Sul. O mal há muito combatido pelos portugueses da província de Rio D’ouro estava de volta, mas agora em um Brasil totalmente novo para os “recém chegados”.

A trama vai se desenvolvendo em torno dos dons especiais de cada vampiro. Uma história surpreendente que vai despertando sua curiosidade com o passar dos capítulos.

A Moreninha

1 abr


Livro: A Moreninha
Autor: Joaquim Manuel de Macedo

Descreve os costumes da sociedade e a vida familiar da época de 1840. Mostra as intrigas, conversas de comadres, ciúmes entre estudantes e mocinhas ingênuos, mas quase sempre acabam em casamento feliz.

Augusto, Filipe, Leopoldo e Fabrício são amigos e resolvem fazer uma aposta. Que Augusto amaria uma moça por mais de quinze dias, pois ele havia dito que se apaixonava facilmente, mas nunca amara uma mulher. Se ele perdesse, teria que escrever um romance nos próximos trinta dias após ter perdido. Ele acredita que não se apaixonaria, pois se lembra de um menina que conheceu em uma praia aos treze anos e nunca mais encontrou. Mas a garota tem um camafeu de Augusto e ele um botão de esmeralda da garota.

Em uma festa na casa de Filipe, Augusto conhece sua irmã, a Moreninha.

Dias depois Dona Ana (avó de Filipe) convida Augusto e seu pai para almoçar e a Moreninha é pedida em casamento. Mas Augusto fica transtornado por ter se apaixonado por outra garota que não fosse a da esmeralda e diz que desconhecia o paradeiro da menina e se a encontrasse um dia, pediria perdão por ter se apaixonado por outra. De repente ele arranca debaixo da camisa a esmeralda, para espanto da Moreninha, que conta-lhe a história que havia ocorrido com ela, sobre o camafeu e a esmeralda, e Augusto vê que encontrou sua mulher.

Mais de trinta dias depois, com os preparativos do casamento, Felipe, Fabrício e Leopoldo lembram do romance que Augusto tinha que escreve e ele responde dizendo que já estava escrito e se intitula “A Moreninha”.

Os Sertões

31 mar

Livro: Os Sertões
Autor: Euclides da Cunha

É uma leitura complicada: vocabulário incomum, assuntos áridos e temas científicos.

A história se passa no Sertão de Canudos, trata-se da guerra.

O livro mostra uma panorâmica da cidade onde se passa, vegetação, animais, etc. De um lado, o ar extremamente seco faz com que o calor se evapore tão logo o sol se põe. De dia, portanto, temperaturas elevadíssimas que, à noite, despencam ao frio gelado. De outro lado, as chuvas torrenciais que, sem aviso prévio, acabam com o ciclo da seca mortal. Este é o cenário em Os Sertões. Duas estações no ano, e as duas de certa forma destroem a vida no serão.

No sertão o tempo é tão seco que os corpos de um homem ou de um cavalo, não se deterioram, apenas murcham.

Lá encontramos os negros, indígenas e o português e Euclides da Cunha diz que no Brasil não temos uma raça definida. Ele estuda o povoado das cidades – os sertanejos – e concluí que o sul foi povoado pelos bandeirantes; a região média, pelos vaqueiros, e no norte seco, pelas missões jesuíticas. A mistura das raças foi prejudicial no sertão. O mestiço tem a qualificação de um decaído, sem energia física e sem intelectualidade. O jagunço é mais resistente, perigoso, forte e duro. O gaúcho é valente e luta despreocupado.

%d blogueiros gostam disto: